WashingtonO ministro da Defesa, general Fernando Azevedo e Silva, rechaçou o uso da palavra "comemoração" para definir os eventos que serão promovidos pelo governo Jair Bolsonaro para marcar o dia 31 de março, data do golpe deu início à ditadura militar no Brasil em 1964. Segundo o ministro, que esteve em Washington nesta terça-feira (26), a data é histórica e deve ser explicada para os mais jovens. Vamos relembrar e marcar uma data histórica que o Brasil passou, com participação decisiva das Forças Armadas, como sempre foi feito. É uma formatura militar, é palestra, é ler a ordem do dia, coisa que sempre a gente faz em todas datas. Preocupada com o envolvimento do governo Bolsonaro em nova polêmica, a cúpula militar já demonstrou o desejo de evitar comemorações públicas e efusivas.
Source: Folha de S.Paulo March 26, 2019 18:44 UTC