A marcha é uma tentativa de marcar o primeiro aniversário de uma mobilização chamada de "as grandes marchas do retorno", contra o bloqueio israelense e pelo direito de regressar às terras das quais precisaram fugir ou de que foram expulsos na criação do Estado de Israel, em 1948. Desde 30 de março de 2018, quando as grandes marchas desataram fortes tensões na fronteira, 259 pessoas foram mortas — entre elas, dois soldados israelenses. Das 259 mortes, desde então, a maioria ocorreu em "marchas do retorno", e o restante em ataques israelenses de retaliação a atos hostis. Atiradores de eliteO Exército israelense mobilizou milhares de soldados, dezenas de atiradores de elite, tanques e artilharia no caso de grupos armados lançarem foguetes contra Israel. Um de seus dirigentes, Jalil al-Hayya, explicou que o grupo espera uma proposta israelense que permita a entrada de mais ajuda, em troca de baixar a tensão.
Source: O Globo March 30, 2019 12:56 UTC