A junta militar de Mianmar deverá libertar sob anistia, uma ex-embaixadora britânica, um economista australiano, um jornalista japonês e aproximadamente mais de 6.000 outros prisioneiros. Os perdões concedidos se deram por “razões humanitárias”, logo após as duras críticas recebidas pela junta, vindas da cúpula de líderes do Sudeste Asiático. Ela foi presa junto com seu marido birmanês em agosto, acusada de crimes de imigração, sendo enviada para a prisão de Insein em Yangon. Não é a primeira vez que prisioneiros políticos são libertados pelos militares de Mianmar. Foto destaque: Familiares dos mais de 6.000 prisioneiros de Mianmar.
Source: O Globo November 18, 2022 00:45 UTC