São PauloIndicadores de endividamento e inadimplência compilados por diferentes birôs de risco terminaram o ano passado em nível recorde, apesar do desemprego em um patamar de baixa histórica. A alta da inadimplência, por sua vez, também implica um aumento das taxas pagas pelos tomadores de recursos, num ciclo que se retroalimenta, afirma. Além disso, todos atrasos superiores a 90 dias passam a caracterizar crédito em inadimplência (antes, havia critérios mais flexíveis). "De fato, temos visto algum aumento (da inadimplência) em 2025, mas não é tão expressivo como os dados do BC sugerem", ele afirma. O especialista afirma que as instituições não estão super preocupadas com inadimplência, mas que o tema não foi totalmente ignorado.
Source: Folha de S.Paulo February 06, 2026 07:59 UTC