— Os juros muito elevados fazem as empresas comprometerem muito o faturamento para pagar o serviço da dívida. Eram 4 milhões de empresas inadimplentes em janeiro do ano passado — número que atingiu 4,6 milhões em dezembro. Mas a retomada virá pelas pessoas físicas, segmento em que as coisas começam a se normalizar, e as pessoas podem voltar a tomar empréstimos — explica Rabi. No Itaú, a previsão é que os empréstimos fiquem estáveis ou cresçam 4%, na melhor das hipóteses, enquanto no Bradesco a estimativa é de elevação entre 1% e 5%. Dessa forma, com os juros caindo mais rapidamente, as empresas terão mais facilidade de renegociar dívidas, a taxas menores.
Source: O Globo February 11, 2017 06:22 UTC