Por outro lado, há registros, no país, de espécies que já não existem mais em determinadas regiões, embora estejam presentes em outras. Na Austrália, país que liderou as investigações, mais de 40 espécies de sapo foram comprometidas pelo fungo nas três últimas décadas, incluindo sete que acabaram extintas. A cientista explica que, nos girinos, além de devorar a queratina da pele, o fungo se alimenta da substância presente nos dentículos. O fungo precisa de um ambiente úmido e mais frio para sobreviver, por isso, para ele, a Mata Atlântica é mais favorável. Por isso, eles reforçam a necessidade de políticas de conservação que possam evitar o desaparecimento desses animais, além de técnicas eficazes de recuperação populacional.
Source: Correio Braziliense March 30, 2019 10:05 UTC