Também não é efeito da máscara que tapa a minha boca quando preciso ir à rua. É uma sensação contínua que não se tem dia nem hora para acabar. É o racismo, doença que sufoca e precisa ser pauta dos meus textos porque não tenho opção. E de tantos outros jovens negros que são assassinados a cada 23 minutos. Mas e o joelho do racismo personalizado na bala, na inércia dos “aliados”, no esquecimento pós-casos midiáticos e na falta de igualdade de oportunidades?
Source: O Globo June 07, 2020 07:30 UTC