O juiz federal Marco Aurelio de Mello Castrianni, do 1ª Vara Cível Federal de São Paulo, barrou o acesso do Estadão aos gastos registrados no cartão corporativo do presidente Jair Bolsonaro (PL). Na longa batalha judicial, o Estadão já havia obtido uma liminar do Tribunal Regional Federal de São Paulo (TRF-3) para ter acesso à documentação dos gastos do Planalto cartão corporativo. O governo recorreu, e o presidente do STJ, ministro Humberto Martins, suspendeu a liminar do TRF-3, impedindo o acesso aos documentos. Além de custear as despesas de Bolsonaro e do vice-presidente, Hamilton Mourão, o cartão corporativo pode ser usado para bancar gastos dos familiares dos chefes do Executivo. O governo argumenta que a expansão dos gastos em 2020 ocorreu por causa do uso do cartão para financiar a viagem de resgate de brasileiro em Wuhan, na China, durante a primeira onda de covid-19.
Source: O Estado de S. Paulo May 26, 2022 11:23 UTC