A Justiça decretou a prisão preventiva apenas do padrasto da garota, Ewerton Queiroz Lourenço, de 30 anos. "Todos os indícios da fase policial demonstram a necessidade de custódia cautelar (prisão antes da condenação) do réu, a fim de garantir a instrução criminal sem oferecer risco inclusive às demais rés." Com a decisão da Justiça, o padrasto da menina continuará detido, enquanto a mãe foi solta, já que venceu o prazo da prisão temporária. "Mediante chutes e socos, passou a espancar violenta e covardemente a criança Micaelly, infligindo-lhe sofrimentos atroz e desnecessário", diz trecho da denúncia aceita pela Justiça. Falha do sistema de proteçãoNa avaliação do advogado Ariel de Castro Alves, especialista em direitos da criança e do adolescente, o crime poderia ter sido evitado.
Source: O Estado de S. Paulo December 20, 2019 16:47 UTC