Em ofício à presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitou o encerramento do chamado “Inquérito das Fake News”. Desde a origem, esse expediente operou sob interpretação elástica de competências e com fronteiras convenientemente imprecisas. Tudo recorrentemente amparado por relatórios não oficiais, sob fundamentos vagos, sigilo ubíquo e às margens do colegiado. Mas o que distingue o Estado de Direito não é a sua força, mas sim seus limites. Sintomaticamente, uma das primeiras medidas tomadas no inquérito foi censurar uma reportagem que mencionava um ministro.
Source: O Estado de S. Paulo February 27, 2026 12:01 UTC