A defesa também questionou o fato de a magistrada ter retirado o sigilo do processo, após, em momento anterior, ter decretado segredo de Justiça. A juíza Tamara Kemp afirma que a decretação do sigilo foi suficiente para “evitar atribuições precoces de culpa”. Contudo, após apresentação do contraditório e ampla defesa das partes acusadas, foi possível chegar à confirmação do trabalho análogo ao de escravidão. Ao retirar o sigilo do processo, a magistrada destacou que a sociedade tem o direito à informação, como forma, inclusive, de prevenir práticas semelhantes. O Correio entrou em contato com a defesa da igreja e não obteve retorno.
Source: Correio Braziliense November 25, 2020 00:00 UTC