O crime ocorreu em 30 dezembro de 2015, no momento em que o menino estava no colo da mãe, embaixo de uma árvore, próximos da rodoviária da cidade. Teve diagnóstico de síndrome de Borderline, um transtorno de personalidade, e alegou à polícia ter praticado o crime por questões religiosas. Conforme depoimento ao delegado Raphael Giordani, de Imbituba, Teria sido orientado por uma entidade espiritual a sacrificar uma pessoa com grande repercussão. A comunidade está mobilizada e quer estar presente em Imbituba. O Departamento Jurídico do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) está tomando providências para que de alguma forma isso possa ocorrer.
Source: Zero Hora February 03, 2017 19:41 UTC