A decisão foi do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª região — que considerou a postura de Hang como “inadmissível”. Na ação, a ex-colaboradora disse que Hang teria induzido os trabalhadores a seguirem sua recomendação de votar em Bolsonaro, sob pena de serem demitidos. Em um vídeo que circulou internamente na empresa, o empresário disse que se algum candidato “de esquerda” vencesse o pleito, ele iria repensar o plano de crescimento das lojas. A mulher, que trabalhava como auxiliar de vendas na época, ainda afirmou ter sofrido perseguição por parte de um superior, que fazia provocações e chegou a agredi-la com arranhões. O Correio ainda procurou a assessoria de Hang na noite desta quinta-feira (19/5) para comentar o assunto, mas — até o momento — não recebeu resposta.
Source: Correio Braziliense May 20, 2022 10:35 UTC