SÃO PAULO - O objetivo era criar um sensor para detectar gases tóxicos, mas um grupo de pesquisadores brasileiros, franceses e espanhóis acabou desenvolvendo um modelo de “bafômetro” para livrar os pacientes com diabete das incômodas picadas no dedo para verificar o índice de glicemia no sangue. “O paciente com diabete tem um nível de acetona maior do que o de uma pessoa saudável. Já na pessoa com diabete, é superior a 1,8 parte por milhão”, afirma Silva. “Reportamos como sensor de ozônio, mas vimos que é promissor como sensor de acetona, o que permitiria aplicar na área médica.”Aprimoramento. Estamos estudando a vida média e, para chegar para a população, pode demorar em torno de quatro anos.
Source: O Estado de S. Paulo February 11, 2017 18:45 UTC