Azevedo virou procurador-geral do DF –a função que faz a defesa jurídica do governo– em 20 de agosto de 2025. A observação sigilosa foi enviada ao BRB, ao governo do DF e ao BC (Banco Central). Uma aquisição do Master pelo BRB poderia representar risco grave à liquidez do banco do DF, afirmou o MPF. Essa auditoria, porém, só seria contratada após eventual chancela da operação pelo BC, afirmou o representante do governo Ibaneis no ofício ao MPF. O governador fez defesas públicas do processo de compra do Master pelo BRB, inclusive após o BC indeferir o negócio.
Source: Folha de S.Paulo February 24, 2026 14:53 UTC