Mas há dúvidas se esse expediente pode ser usado, já que o fim do auxílio já estava previsto para 2021. Além disso, o governo terá que incorporar mais de R$ 20 bilhões de despesas com o impacto do aumento da inflação e da prorrogação da desoneração da folha de pagamentos. Técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) também apontam restrições ao uso apenas do crédito extraordinário. “O ideal seria contemplar a despesa nova no projeto de Orçamento, que ainda não foi apreciado. Graziane avalia que não dá fazer somente abrindo um crédito extraordinário porque a prorrogação é previsível.
Source: O Estado de S. Paulo November 24, 2020 07:52 UTC