"Revolução"Apesar das boas expectativas, os autores ponderam que mais procedimentos precisam ser feitos até que a tecnologia chegue aos centros cirúrgicos. Mark Tibbitt, professor de engenharia macromolecular e um dos autores do trabalho, também aposta no uso da técnica para além dos transplantes de fígado. Na opinião de Andre Watanabe, cirurgião geral e especialista em transplante de fígado do Centro de Excelência em Doenças do Fígado do Hospital Santa Lúcia, em Brasília, a terapia experimental demonstra o impacto que os avanços tecnológicos podem ter nos cuidados médicos. "As 12 horas viram uma janela ainda mais apertada quando temos outras questões em jogo, como o transporte do órgão de uma cidade para outra. A possibilidade de reduzir a quantidade de órgãos que não são aproveitados também é enfatizada pelo médico brasileiro.
Source: Correio Braziliense June 01, 2022 10:52 UTC