Ele também afirma que seu salário de motorista era pago por empresas, o que pode ser considerado caixa 2. Ele apresentou documentos que provariam, segundo ele, que Frota transferiu três empresas para o nome de Silva: a FR Publicidade e Atividade Artística, a DP Publicidade Propaganda e Eventos que na verdade pertenciam a Frota. Ele também apresentou extratos bancários de supostos repasses de recursos para a mulher de Frota. A motivação da denúncia, disse o ex-motorista nas reportagens, ocorreu porque ele não conseguiu receber sua parcela do seguro-desemprego por causa de problemas nas empresas que, de acordo com ele, são de Frota. Ele afirmou ainda que recebia, quando funcionário de Frota, menos que o combinado.
Source: O Globo June 09, 2019 00:22 UTC