A defesa do jogador conseguiu no dia 21 um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para que o atleta fosse libertado. Bruno chorou ao saber da decisão e deixou a Apac com a mulher, Ingrid Calheiros, e advogados. A defesa do goleiro já havia apelado da decisão ao Tribunal de Justiça. Ainda à Rádio Estadão, Lucio Adolfo reiterou que a manutenção da prisão seria “absurda”: “Olha, Justiça demorada é pior que injustiça”. Para Adolfo, o goleiro não corre risco de vida fora da prisão, por causa da repercussão que o caso tem até hoje.
Source: O Estado de S. Paulo February 24, 2017 23:17 UTC