Varredura achou roteadores usados por membros de facções; Redes ganhavam nomes em alusão a crimes e quadrilhas. Veja mais opçõesSó em janeiro deste ano, foram apreendidos 14 roteadores em unidades prisionais do Rio. As apreensões revelam ainda que parte dos criminosos, principalmente os chefes da maior facção criminosa do Rio que estão na Penitenciária Gabriel Ferreira Castilho (Bangu 3), dá preferência a smartphones mais modernos. Na varredura feita nos presídios desde o início do ano, foram encontrados, além de celulares, outros materiais ilícitos, como drogas, armas brancas e anabolizantes. Para coibir a entrada de objetos ilícitos, o novo corregedor tornou mais rígido o protocolo de acesso de visitantes, servidores e terceirizados aos presídios do Rio.
Source: O Globo March 28, 2019 07:30 UTC