A doutora e professora do Departamento de Segurança Pública da UFF (Universidade Federal Fluminense) Jacqueline de Oliveira Muniz afirma que o problema é estrutural. Para ela, a falta de protocolos claros sobre métodos de emprego da força, discutidos com a sociedade, faz da PRF uma "instituição amadora". "Não há doutrina de uso potencial de força que delimite as capacidades coercitivas e valide os seus procedimentos táticos operacionais. Uma resolução de 2020 da Justiça Federal que regulamenta o porte de armas afirma que o uso desses instrumentos deve seguir os princípios "da legalidade, da moderação, da necessidade, da proporcionalidade, da conveniência e da progressividade". Por nota, a Secretaria de Estado da Segurança Pública de Sergipe informou que Santos chegou ao IML já sem vida, por volta das 18h20.
Source: Folha de S.Paulo May 27, 2022 22:44 UTC