Deixemos de lado o potencial poético de "fundo do posso", com sua insinuação de um limite último e inapelável para toda forma de poder. Por critérios escolares muito valorizados pelas multidões conservadoras que apoiam os personagens acima, todos são erros feios de português. Primeiro vamos combinar que "erro de português" não é um tema simples. Eles sabem que a língua de documentos, leis, literatura e outros discursos de prestígio é de importância vital, e universalizar seu ensino, tarefa de qualquer Estado democrático. Se algo de absoluto pode ser dito dos erros de português, é que seu peso é sempre relativo.
Source: Folha de S.Paulo March 07, 2019 04:52 UTC