Entre esses, a prevalência de sintomas de ansiedade e depressão foi significativamente maior do que a esperada para a população em tempos sem desastre. Os pesquisadores concluíram que os indivíduos deslocados de suas residências tiveram 24% mais probabilidade de relatar ansiedade e 32% mais de relatar depressão em comparação com os não deslocados. Entre os que enfrentaram maior carga de impacto, os riscos de sintomas moderados a graves foram ainda mais elevados. Fatores agravantesEspecialistas em saúde mental e desastres ambientais afirmam que eventos extremos, como enchentes e outras consequências da crise climática, vêm exacerbando problemas psicológicos na população, especialmente em grupos vulneráveis. Pesquisas independentes indicam que muitos moradores vivem sintomas de estresse pós-traumático meses após as enchentes e que a falta de apoio psicológico contribui para agravar esse quadro.
Source: O Globo February 05, 2026 21:09 UTC