Mas, contraditoriamente, mantém em sua folha funcionários de empresas públicas que já foram extintas, estão em processo de liquidação ou tiveram parte de seus serviços privatizados. Hoje, o estado não tem recursos sequer para concluir a Estação Gávea, a última da Linha 4, o que dizer para novas expansões. Levantamento da Secretaria de Fazenda mostra que sete empresas públicas — quatro em processo de liquidação há mais de duas décadas — e sete de economia mista empregam 2.678 funcionários, que custam ao estado R$ 200 milhões/ano. O que acontece no Rio é apenas um sintoma de uma doença nacional — estatais que, por uma série de motivos, entre eles o corporativismo, resistem a desaparecer, mesmo quando oficialmente extintas. Ou seja, empresas públicas continuam a drenar recursos do Estado mesmo quando deixam de existir.
Source: O Globo February 12, 2017 01:52 UTC