Cerca de 26,2% das pessoas pertenciam a famílias que tiveram alguma restrição a serviços de saúde e 16,4% tiveram dificuldade de acesso a medicamentos. Havia quase o dobro de pessoas de famílias chefiadas por negros vítimas de restrições de acesso a atendimento médico e remédios do que de famílias nessa condição chefiadas por brancos. A falta de dinheiro foi o principal motivo alegado para a restrição de acesso aos serviços de saúde (16,9%) e para a aquisição de medicamentos (11%). "A demanda não atendida em saúde mostra uma característica de acesso a saúde não equitativo. EducaçãoA despesa média com educação foi de R$ 120,16 por pessoa, sendo R$ 68,13 (56,7%) de gastos não monetários e R$ 52,03 (43,3%) de despesas monetárias.
Source: O Estado de S. Paulo November 25, 2020 15:11 UTC