A verdade é que a tecnologia é ubíqua no nosso mundo, mas isso não significa que deva ser simplesmente espelhada pela a escola da forma como é utilizada para o entretenimento, para a conexão entre pessoas, para o comércio, entre outros. Em um processo educativo, precisamos justamente do oposto: desenvolver uma postura ativa e senso crítico. O papel da escola também é ajudar a entendê-la, refletir sobre ela, identificar seus riscos, aproveitar seu potencial e usá-la de maneira produtiva. Eles – e nós – também precisamos aprender a compreender criticamente o mundo tecnológico em que estamos vivendo, e é na escola que podemos e temos que abrir espaço para esse entendimento. *Betina von Staa — doutora em linguística aplicada, coordenadora do CensoEAD.BR da Associação Brasileira de Educação a Distância – ABED e consultora da D2L.
Source: Correio Braziliense November 26, 2022 09:45 UTC