A autonomia médica foi a justificativa formal para milhares de pessoas rejeitarem a vacinação e optarem pela administração de fármacos totalmente dissociados da necessidade de saúde. Além disso, é a categoria médica a proprietária de grandes conglomerados empresariais da saúde, que muito lucraram durante a pandemia com o adoecimento e a morte. É possível observar a quantidade de profissionais de saúde declaradamente apoiadores de Jair Bolsonaro, mesmo depois de viverem a piora das condições de trabalho, o aumento do risco de adoecimento e morte e o luto pela perda de colegas e familiares. É esta a direção que a saúde pública brasileira deve assumir a partir de agora. Fazer do Brasil, novamente, a nação que ostenta a maior política de saúde do mundo é torná-lo, também, curado do bolsonarismo.
Source: Folha de S.Paulo November 21, 2022 23:40 UTC