Como, por motivos óbvios, eles não puderam ir à Alerj para assinar o termo de posse, a Alerj foi até eles, fato inédito na história da Casa. Além de Corrêa, Martins, Abrahão, Neskau e Chiquinho, encontram-se presos os ex-presidentes da Alerj Jorge Picciani e Paulo Melo e o deputado Édson Albertassi, todos do MDB. Ceciliano disse que os deputados presos não receberão salários ou farão nomeações. Um dia depois de dar posse aos deputados presos, a Assembleia conseguiu mais uma façanha. Havia esperanças de que, oxigenada, pudesse seguir um caminho diferente, mais afinado com os tempos atuais, de luta contra a corrupção.
Source: O Globo March 27, 2019 03:00 UTC