Dentro do cachimbo desses homens, não há fumo de corda, mas crack — à beira do Rio Tietê. Não foi possível, nesses casos, saber se os catadores eram usuários de crack. A poucos metros, um rapaz solitário procurava restos de crack que derrubara em um gramado com vistas para o Tietê. O cientista, que conduz estudo sobre a diversidade microbiana do Rio Tietê, afirma que permanecer às margens desse curso d’água pode resultar em problemas infecciosos e respiratórios devido à poluição. “São fungos e bactérias que estão na água mas também podem ser encontrados no solo, porque o Rio Tietê tem a característica de várzea, ele sobe e desce.
Source: Folha de S.Paulo February 10, 2026 13:51 UTC