O legado político e social do ex-primeiro ministro italiano Silvio Berlusconi ganha uma encarnação alegórica em “O rei de Roma”, comédia de maus costumes que sugere colocar corruptos e corrompidos no mesmo patamar moral. Seria cômico, se não fosse trágica a falta de contundência temática ou de humor para satirizá-la', Carlos Helí de Almeida Foto: Divulgação O último trago. Distante de um registro panfletário, o filme se revela aos poucos, sem deixar de se apresentar como algo hermético. Cabe elogiar fotografia, direção de arte e atuações de Rômulo Braga e especialmente Rodrigo Fischer', Daniel Schenker Foto: Divulgação Pular PUBLICIDADE Raiva. É lá, entre privadas e cozinhas imundas, que o empresário se aproxima de um grupo de desabrigados, e com ele inicia uma relação promíscua, que inclui troca de uma boa avaliação por aulas de especulação financeira.
Source: O Globo March 07, 2019 03:00 UTC