“A gente joga muito no colo do paciente o controle da doença e deixa de lado a responsabilidade do médico. Para Salvador Rassi, presidente do Departamento de Insuficiência Cardíaca da Sociedade Brasileira de Cardiologia, o tratamento para insuficiência cardíaca evoluiu significativamente nas últimas décadas. Descobrir a causa da insuficiência cardíaca, rastrear doenças desconhecidas, monitorar hábitos de vida e buscar por uma medicação adequada são etapas indispensáveis para uma boa administração da doença, segundo Marcelo Westerlund Montera, coordenador do Centro de Insuficiência Cardíaca do Hospital Pró-Cardíaco, do Rio de Janeiro. “Eu tenho que enxergar o indivíduo holisticamente porque a insuficiência cardíaca não é como AVC e infarto. Segundo a representante do HCor, há também muitos pacientes que negam a doença em função de depressão associada.
Source: Folha de S.Paulo March 25, 2019 16:41 UTC