Trata-se de usar a tecnologia para ajudar na prestação de serviços de saúde, incluindo o uso de aplicativos, dispositivos e microchips implantados. Até órgãos públicos, como o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS, na sigla em inglês), criaram aplicativos com assistentes virtuais a fim de ajudar a filtrar consultas médicas em momentos de escassez de profissionais de saúde. Até agora, a lista das maiores violações de dados de todos os tempos não inclui empresas vinculadas ao setor de saúde. Mas, no início deste ano, hackers invadiram o banco de dados de saúde do governo de Cingapura e coletaram dados pessoais de 1,5 milhão de pessoas –o equivalente a um quarto da população. Diversos estudos sobre o uso de inteligência artificial destacam a necessidade de uma representação mais ampla em equipes de desenvolvedores e de dados.
Source: Folha de S.Paulo February 02, 2019 16:07 UTC