Guedes prometeu solução, mas a equipe dele ainda acredita que a pressão política vai continuar, e não há saídas fáceis. Por trás da pressão pelo decreto, está a ameaça à reeleição do presidente nas eleições de outubro por conta da alta maior dos preços. O decreto de calamidade, adotado no auge da pandemia, suspenderia as normas fiscais. Bolsonaro ainda não decidiu se vai cumprir a promessa de dar 5% de reajuste linear ao funcionalismo e um tratamento diferenciado para as carreiras policiais, base de apoio do governo. Para ele, o cenário de hoje é muito diferente do de 2020, quando foi aprovada a calamidade.
Source: O Estado de S. Paulo June 03, 2022 14:08 UTC