Com os dados, pediram empréstimos consignados de valores altos, em média R$ 300 mil. Foram, presencialmente, à cooperativa de regiões diferentes das que supostamente trabalhavam, sob o pretexto de que haviam sido transferidos. “Mas o circuito de segurança registrou o momento em que ele foi solicitar o consignado na associação”, salientou Pessuto. FacilidadesO grande problema, segundo Nelson Pessuto, é que os procedimentos na administração pública são frágeis. “Uma das pessoas que teriam pedido empréstimo era uma mulher que estava em lua de mel”, contou.
Source: Correio Braziliense October 12, 2017 11:03 UTC