Após um primeiro trimestre indicando um ano recorde para fusões e aquisições no Brasil, o movimento começou a perder fôlego. No ano passado, um total de 1.627 transações de fusão e aquisição ocorreram no País - avanço de 46% em relação a 2020. "Há muito ruído externo, e o investidor não gosta de incerteza", frisa o especialista em fusões e aquisições da Kroll Alexandre Pierantoni. No horizonte, há negócios como a venda da Aramis (moda), das lojas do Makro (de atacado) e da petroquímica Braskem. Sócio da butique de fusões e aquisições Santis, Felipe Argemi afirma que o ambiente eleitoral também deixa as empresas mais seletivas.
Source: O Estado de S. Paulo May 16, 2022 08:30 UTC