Ariéli Ziegler / Agencia RBSA dor é uma constante na vida daqueles que ficam depois de um crime de feminicídio. Ele é pai de Dhiuliane Damiani Martins, assassinada aos 32 anos em 29 dezembro de 2020, no centro de Caxias do Sul. — Cada caso que eu vejo de feminicídio fico me lembrando do que eu já passei. Mesmo cinco anos após o feminicídio, o caso ainda não foi a julgamento. Em nota, o escritório diz que busca que o julgamento do crime seja realizado o mais breve possível e caracteriza como "apressada" a classificação da morte como feminicídio.
Source: Zero Hora February 06, 2026 15:32 UTC