A palavra ainda é bastante usada nesse contexto, inclusive na imprensa, e estigmatiza meninos e meninas. Leia também: Salvar o Cerrado começa pelos riosA campanha #NãoÉMenor ressalta que a palavra remonta ao antigo Código de Menores, "que institucionalizou respostas punitivas e classificatórias a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade". "Uma linguagem cuidadosa contribui para a autoestima, a visibilidade e a efetivação dos direitos de meninos e meninas", enfatiza a Andi. Meninos e meninas não são inferiores aos adultos, não são "menores". São cidadãos com plenos direitos e, como tal, devem ser tratados.
Source: Correio Braziliense January 08, 2026 09:19 UTC