RIO - Em sua investigação envolvendo o gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), o Ministério Público do Rio afirma que "a organização criminosa teria providenciado advogados para os envolvidos". Os promotores tomam como base trocas de mensagens da ex-assessora Danielle Mendonça, tratada por eles como uma das funcionárias fantasmas. Para os promotores, trata-se da evidência de que a organização teria providenciado a defesa dos envolvidos. Além de Danielle, a mãe de Adriano, Raimunda Magalhães também foi nomeada por Flávio entre 2016 a 2018. Afirma ainda que o dinheiro foi "lavado" na loja de chocolates que pertence a Flávio e na compra de imóveis.
Source: O Globo December 20, 2019 16:30 UTC