O processo analisava a prestação de informações pela Petrobras sobre a possibilidade de obter direito de voto com ações preferenciais da estatal, as PN. — A verdade é que jamais os acionistas preferenciais compraram ações da Petrobras se interessando por eventual poder de voto. O que a eles interessava era o que vinha acontecendo, que era o recebimento regular de dividendos — ponderou a advogada da Petrobras. Tal providência reforça a diligência da companhia e do seu então diretor de relações com investidores — afirmou Renteria. — O que a área financeira da Petrobras fez durante a minha gestão foi um bom trabalho.
Source: O Globo July 11, 2017 20:18 UTC