A CPI do Crime Organizado aprovou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Fundo Arleen, responsável pela compra da participação da empresa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli no resort Tayayá, no Paraná. Na semana passada, a CPI já havia quebrado os sigilos bancário, fiscal, telemático e telefônico de Zettel. As transações mapeadas na conta bancária coincidem com o período em que Zettel comprou a participação da empresa de Toffoli no Tayayá. O relatório mostra que o empresário transferiu ao todo R$ 25,6 milhões divididos em onze repasses para o fundo Leal. Em nota divulgada quando o caso veio à tona, Toffoli informou que a Maridt, empresa da qual é sócio, vendeu a sua parte no grupo Tayayá ao fundo Arleen "a valor de mercado".
Source: O Globo March 18, 2026 21:57 UTC