Há apenas dois anos, o Brasil teve dois finalistas, Marina Colasanti e Nelson Cruz, ganhadores de diversos Jabutis. A edição mais recente do Hans Christian Andersen foi a primeira em que o Brasil não teve nenhum indicado em mais de 40 anos. Agora, o país não pode nem competir, porque a FNLIJ não cumpriu com suas obrigações com a entidade que concede o prêmio. A falta de representação também impede o Brasil de participar de programas promovidos pela instituição estrangeira, como bolsas e eventos. Na prática, é um apagão da representação internacional da literatura infantojuvenil brasileira.
Source: Folha de S.Paulo March 17, 2026 13:32 UTC