Cerca de 800 não fizeram porque não foram encaminhados ou morreram na espera”, afirmou Bacal, que participou na segunda-feira do seminário Coração Fraco. Segundo Bacal, o governo fornece medicamentos imunossupressores, usados para evitar a rejeição do órgão transplantado, mas falta capacitação de profissionais da saúde para lidar com eles. Gonzales também fez críticas à falta de centros de reabilitação em uma cidade como São Paulo. Precisamos educar os pacientes para que entendam a importância de continuar o tratamento fora do hospital”, afirmou. Para Bacal, a telemedicina —cuja implementação no Brasil está sendo analisada pelo Conselho Federal de Medicina— deve ser uma importante aliada do trabalho de reabilitação.
Source: Folha de S.Paulo March 25, 2019 19:07 UTC