O ato dos estudantes do Mackenzie criticava a presença do presidente e a ditadura militar instalada em 1964. Com os protestos, o evento foi transferido para o Comando Militar do Sudeste, onde carros da universidade chegaram para apresentar a pesquisa ao presidente. Não houve divulgação prévia do Planalto sobre a agenda do presidente em São Paulo, como costuma acontecer em viagens presidenciais. Um grupo de 15 apoiadores do presidente também ficou acompanhando do portão. Durante a tarde, o Planalto atualizou a agenda do presidente, incluindo o evento no Comando Militar do Sudeste.
Source: Folha de S.Paulo March 27, 2019 17:07 UTC