Em entrevista a uma rádio, em abril, o prefeito de Nova York, o democrata Bill de Blasio, disse que Bolsonaro não era bem-vindo à cidade e o chamou de racista, homofóbico e destrutivo. O jantar se tornou objeto de controvérsia e criou embaraços com empresas e a elite nova-iorquina. Ao explicar a decisão, a Bain disse à CNN que "celebrar a diversidade é um princípio essencial" da empresa. Nesta sexta, a Folha revelou que o Banco do Brasil e o consulado-geral do país em Nova York ajudaram a financiar a festa. Em 2018, foram laureados Sérgio Moro, atual ministro da Justiça, e Michael Bloomberg, empresário e ex-prefeito de Nova York.
Source: Folha de S.Paulo May 03, 2019 22:20 UTC