Credenciados como “negociadores”, eles tiveram amplo acesso às instalações da ONU e observaram e relataram críticas a políticas ambientais do governo Bolsonaro. Ele foi aberto no dia 20 de outubro, de acordo com dados internos da Procuradoria-Geral da República. O procurador federal dos Direitos do Cidadão, Carlos Alberto Vilhena, órgão ligado à PGR, considera a operação de inteligência da Abin “grave e merecedora de investigação”. Eles aparecem em documentos oficiais da conferência e ofícios do governo ora como "analistas" do GSI, ora como "assessores" da Presidência da República. Ao Estadão, a ONU argumentou que não comentaria o envio dos agentes da Abin.
Source: O Estado de S. Paulo November 12, 2020 14:03 UTC