O ano do presidente Jair Bolsonaro não terminará como ele gostaria. No Brasil, é conhecido o presidencialismo de coalizão, passamos pelo presidencialismo de cooptação e chegamos ao presidencialismo de confrontação. O estilo de Bolsonaro foi o de confrontar: adversários, reais ou imaginários, e até aliados. Tirando Guedes, ninguém no núcleo do poder bolsonarista teve vida fácil e isso faz parte da forma de chefiar, e não de liderar, de Bolsonaro. Com escusas a Fernando Pessoa, a síntese do ano político foi: confrontar é preciso, governar não é preciso.
Source: O Estado de S. Paulo December 21, 2019 07:30 UTC