Conforme o estudo, 25% das vítimas no estado tinham medida protetiva quando foram assassinadas. Próximo ao estado, estão: Mato Grosso (22,2%), São Paulo (21,7%) e Minas Gerais (16,7%). No outro extremo, ficam: Distrito Federal e Maranhão, com a mesma porcentagem (4,3%), Alagoas (4,5%) e Mato Grosso do Sul (5,9%). Apesar da porcentagem alta, é preciso levar em consideração os números absolutos, no Acre, foram dois casos de mulheres assassinadas que tinham medica protetiva. De acordo com o levantamento, os dados revelam algo estrutural: mesmo que a concessão da medida protetiva seja fundamental, o mecanismo não tem sido suficiente para impedir a letalidade do crime.
Source: O Estado de S. Paulo March 06, 2026 17:09 UTC