Assim, ela se encontrou sozinha em Varsóvia, Polônia, para ver o que acontece nesse país cada vez mais inclinado a devaneios populistas (leia-se fascistas). Após a queda do Muro de Berlim, a Polônia percorreu um caminho impecável rumo a uma economia próspera. Bruxelas, que não brinca com os princípios sagrados da democracia, lançou seus raios sobre as capitais rebeldes. Ocorre que na Europa muitos países veem com inveja os horizontes agitados com que sonham os poloneses. O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, outro inimigo da União Europeia e da democracia, já fez saber que “vetará qualquer ação contra a Polônia”.
Source: O Estado de S. Paulo February 10, 2017 06:56 UTC