O então ministro da Economia, Paulo Guedes, jactou-se da vitória durante a fatídica reunião ministerial conduzida por Bolsonaro em abril de 2020, e a comparou ao ato de colocar “uma granada no bolso do inimigo”. Em agosto, apenas a líder do Novo, deputada Adriana Ventura (SP), manifestou preocupação com o passivo que a proposta poderia gerar. Contabilizado em caráter retroativo, o tempo de serviço dos funcionários públicos aumentaria em 583 dias. Como no País até o passado é incerto, a granada a que Guedes fez referência está agora no bolso dos governadores e prefeitos. Mas a conta ainda pode sobrar para a União, a quem cabe, em última instância, socorrer entes federativos em dificuldades financeiras.
Source: O Estado de S. Paulo January 21, 2026 14:30 UTC