A ditadura que não houve, segundo o presidente Jair Bolsonaro, torturou 20 mil pessoas e matou ou fez desaparecer pelo menos 423 pessoas. É claro que os hidrófobos do bolsonarismo e os viúvos/viúvas da ditadura dirão que a CNV foi um complô de comunistas para desmoralizar o regime militar. Devem ser esses os “probleminhas” que Bolsonaro disse enxergar na ditadura que, para ele, não houve. Os “probleminhas” continuaram mesmo depois de terminada a ditadura que não houve, como demonstra o caso de Carlos Alexandre Azevedo. Só nos dois primeiros anos da ditadura que não houve, 2.000 funcionários públicos foram sumariamente demitidos ou aposentados compulsoriamente.
Source: Folha de S.Paulo March 29, 2019 13:30 UTC